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segunda-feira, 16 de março de 2015

Uma rosa nasceu


 
Flor do Agreste. Fonte: Internet.




Nasceu no Agreste,

Daí, Rosa do Agreste,

Rosa, feminino, daí a rosa,

Não, rosa é neutro,

Que em língua nossa,

Não existe.




Assim, deram-lhe por sobrenome Lebre,

Mas, lebre é feminino,

Então, trocaram Lebre por Coelho,

Satisfação da rosa,

Porque se dotava de vergasta.

Feminino, masculino, neutro,

Não é confusão, é completude.



Acelino Pontes


Fortaleza, 05/01/2015 


Dedicação: A um Professor Associado, nosso amigo, pela passagem de mais uma primavera com efusivos votos de bem viver e em homenagem ao Jeronimo, seu filho mais novo. 

sábado, 2 de abril de 2011

Nicht



Quelle: Internet.


Ich weiβ nicht!
Ich weiβ noch nicht!
Du kannst doch nicht!
Danke, nicht!

Es sind vier Sätze,
die alle zu nicht bringen.
Aber, steht noch eine Hoffnung,
Wenn Du es so willst.


Acelino Pontes
München, den 6. Oktober 1971.

O teu aniversário




Já é-me quase distante.
Vem lá do princípio,
Da nossa adolescência.
As lembranças são muitas,
Caras e amigas.
Que não seja só a saudade.
Desejo rever-te por estas,
Reviver tudo aquilo passado,
Sozinhos a cismar.

Acelino Pontes
Lisboa, 18.11.1973

sábado, 26 de março de 2011

Bons Amigos


Fonte: Internet.

Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!

Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!

Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!

Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!
  

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839 - 1908), escritor carioca, brasileiro. Considerado o pai do realismo no Brasil, escreveu Memórias Póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro, Quincas Borba e vários livros de contos, entre eles, Papéis Avulsos, no qual se encontra o conto O Alienista, no qual discute a loucura. Também escreveu poesia e foi um ativo crítico literário, além de ser um dos criadores da crônica no país. Foi o fundador da Academia Brasileira de Letras.

domingo, 20 de março de 2011

Verzeihe

Fonte: Internet.
Verzeih mir, bitte.
Ich habe nicht gewollt.
Aber, doch war’s so  . . .

In mir sah ich dies
Als eine Freude für Dich.
Aber, doch war’s so . . .

Jetzt, sagt Dir meine Seele
Ich möchte hoch, noch höher.
Aber, doch ist es nicht so . . .

Vom Himmel das holen,
Was Dir Freude bringt.
Aber, doch ist es nicht so . . .


Acelino Pontes
München, den 2. Dezember 1971

quinta-feira, 10 de março de 2011

Deine Augen


Der Zug fuhr . . .  die Zeit verging . . .
Ich hatte Deine Augen vor meinen Augen.
Ich sah Dich, ganz Dich;
Du sahst mich.
Ich konnte alles sehen.
Du warst ganz da,
Dann waren der Zug und die Zeit.
Ich sah Dich,
Du batest mich um Hilfe,
Du botest mir Liebe.
Es war Seele zu Seele,
Nur ich und Du.
Ich hörte, nein, ich fühlte,
Du warst traurig, sehr.
Du wolltest, er verbot.
Du wolltest bei mir sein.
Er teilte uns.
Ich wollte Dir meine Hand geben,
Dann konnte ich nicht.
Er hatte Dich, wir waren zwei.
Aber Du weintest,
Du unarmte mich.
Seine Gittern waren zwischen uns.
Ich will auch Dich lieben,
Bei Dir sein.
Ich sah Dich weinen.
Schmerzend winkte ich Dir zu.
Dann war die Hoffnung.
Ich rufte nach Dir,
laut und lauter:
Komme und sei in mir.
Bitte, habe Kräfte.
Ich gebe mich Dir.
Der Zug hielt, die Zeit vergang.
Ich sah Deine Augen.
Doch, ich bin allein.

Acelino Pontes
München, 15.12.1975

segunda-feira, 7 de março de 2011

Estou só


Só, sozinho,
Ninguém mais,
Tudo sozinho,
Sem barulho.
Eu estou só,
Mas te amo.
No entanto, estou só.
Eu te quero.
Mas, tu não vens.
Só, sozinho,
Ninguém vem.
Pode ser que venha,
Mas só quero, venhas tu.
Só, sozinho,
Só, sozinho,
Só, sozinho eu estou.

Acelino Pontes
Munique, 28.09.1970

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