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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Escola, como te odeio!

Fonte: Internet.

Começou bem a idéia de escola. Se pensarmos em Sócrates (viveu em Atenas/Grécia, entre 469 e 399 a.C.) como o primeiro professor, então essa ideia começou bem, aliás maravilhosamente bem.



Fonte: Internet.
Com Sócrates a escola era itinerante; qualquer lugar se prestava para aprender, inclusive tinha o inusitado banquete como veículo de aprender e ensinar. O seu método tinha características próprias: fascinação, ironia e maiêutica. A maiêutica também é conhecida como parto de ideias. Como sua mãe era parteira, ele tinha muito contato com o parto, ao tempo de criança. E foi daí, que ele tirou o conceito de maiêutica como parto de ideias.


domingo, 2 de novembro de 2014

O Nordeste separa ou não separa?




Teimosia é teimosia. Mas, preconceito é mais forte e ferrenho do que teimosia.

Não sei o por quê de tanto rancor contra o Nordeste. Mas, veja este vídeo:



Aqui, o Maurício Ricardo foi muito feliz em comparar a questão do 'Nordeste sai ou não sai' com a questão da separação matrimonial.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Aula de Economia


De autor desconhecido recebi o seguinte texto:
Veja só que matemática interessante:
Numa cidade, os habitantes, endividados, estão vivendo às custas de crédito.
Por sorte chega um gringo e entra no único hotel.
O gringo saca uma nota de R$ 100,00, põe no balcão e pede para ver um quarto.
Enquanto o gringo vê o quarto, o gerente do hotel sai correndo com a nota de R$ 100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro.
O açougueiro, pega a nota e vai até um criador de suínos a quem deve e paga tudo.
O criador, por sua vez, pega também a nota e corre ao veterinário para liquidar sua dívida.
O veterinário, com a nota de R$ 100,00 em mãos, vai até à zona pagar o que devia a uma prostituta (em tempos de crise essa classe também trabalha a crédito).
A prostituta sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde levava seus clientes; e como ultimamente não havia pago pelas acomodações, paga a conta de R$ 100,00.
Nesse momento, o gringo chega novamente ao balcão, pede sua nota de R$ 100,00 de volta, agradece e diz não ser o que esperava e sai do hotel e da cidade.
Ninguém ganhou um vintém, porém agora todos saldaram suas dívidas e começam a ver o futuro com confiança!

Moral da história: Quando o dinheiro circula, não há crise !!!
Essa lição de economia é muito interessante e nos mostra com clareza o que acontece. Não dá para não entender. Mas, na prática, vez dá certo, vez não dá certo. Vamos ver um exemplo em que deu certo.

Bolsa Família

Para muitos o bolsa família é um 'dar dinheiro para vagabundo'. Naturalmente, essa é sempre a visão da oposição, embora a ideia tenha nascido no Governo do PSDB e ampliada no Governo do PT.

E o que é na realidade?

Um país moderno, obrigatoriamente, terá que apresentar a menor diferença possível de renda entre os mais pobre e os mais ricos ou classificar, com grande poder aquisitivo, grandiosa parte de sua população na chamada 'classe média' . O Brasil não preenche nenhuma dessas alternativas.

O povo brasileiro ganha/fatura anualmente um volume de R$ 3,675 trilhões. Se tivéssemos igualdade total de renda, cada brasileiro receberia mensalmente R$ 1.536,49 como salário. Mas, isso não acontece, pois o brasileiro, segundo sua classe social (A-E) recebe mensalmente o que segue:


Só que, 50% dos brasileiros são da Classe C, porquanto recebem entre R$ 726,26 e 2.012,67. E outra grande parte (mais de 25%) recebe menos de um salário mínimo, enquanto que uma pequeníssima parte (1%) recebe uma fortuna por mês: de acima de 9 mil reais até 'o céu é o limite'. Tem um sem número de brasileiros, que ganham dezenas de milhões de reais por mes.

Por isso, o Bolsa Família, como programa de redução das desigualdades sociais e da pobreza, tenta reduzir a enorme desigualdade de renda presente no Brasil, atendendo aos mais pobres - cifrados em mais de 13 milhões de famílias - com ajuda mensal variando entre R$ 32 a R$ 306. Isso, já foi suficiente para elevar a renda familiar da Classe E para valores próximos ao Salário Mínimo.

E o que tem a ver com a história acima?

Ora, isso é 'um negócio da China'. Veja este exemplo: Se um pobre/miserável recebe R$ 100 de Bolsa Família, já dá para pagar a bodega ou a conta de luz ou comprar roupa. E, se são 13 milhões de famílias, então o poder de compra dessas pessoas seria de quase 1,3 bilhão de reais todos os meses, que seriam investidos em mercadorias e serviços, produzindo mais renda, mais empregos e, também, mais impostos.

Como a carga tributária no Brasil está a mais de 30%, isso significa que o Governo 'ganharia', no nosso exemplo, mensalmente bem mais que 390 milhões de reais diretamente só com o Bolsa Família. Bem, mas esses são os ganhos diretos, se contarmos os ganhos indiretos, teremos cifras de 2 a 10 vezes superior a esses valores.

E como funciona isso?

O dono da bodega, em vender mais, vai precisar de um ajudante e, principalmente, de comprar mais mercadorias junto ao distribuidor, bem como utilizar-se de mais serviços (como telefone, água, luz, transporte, plano de saúde, etc.). Com isso há mais empregos, mais compras, maior taxa de prestação de serviços e mais impostos. O distribuidor, por sua vez, vai também empregar mais pessoas e comprar mais mercadorias dos fornecedores/indústria e utilizar-se de mais serviços. Da mesma forma vão se comportar os fornecedores e as indústrias.

Esse círculo é como uma bola de neve. No fim, todos ganham e crescem. O pobre recebe o dinheiro e faz compras provendo a circulação desse na economia do país, que retorna em dobro para o Governo em forma de impostos. Mas, não digam isso aos opositores do Bolsa Família, pois é bem possível quem mudem de opinião.

Acelino Pontes

domingo, 6 de março de 2011

Envelhecer & Arco-Íris


Hoje, recebo o 'Deutsches Ärzteblatt', órgão oficial dos médicos alemães que me chega numa freqüência semanal. Dois títulos me chamaram a atenção: ‘Nobelpreis für Medizin’ (Prêmio Nobel de Medicina) e ‘Studie: Kindern gleichgeschlecht­licher Eltern geht es gut’ (Estudo: Filhos de pais do mesmo sexo vão bem). Vou logo aos finalmentes e me empenho em ler o conteúdo.

Do primeiro, na realidade se trata do envelhecer e do câncer, situações diversas que pensava antes estarem muito distantes uma da outra, já que o câncer vive de células novas e o envelhecer, de células velhas. Ledo engano: as duas estão muito ligadas entre si, possuem um denominador comum. Por isso, que 3 cientistas ganharam o Prêmio Nobel de Medicina 2009. São eles Elisabeth Blackburn (61, Austrália), Carol W. Greider (48, USA) e Jack W. Szostak (57, Inglaterra). Todos especialistas em cromossomos.

Só para lembrar: os cromossomos são corpúsculos (geralmente em forma de ‘X’) partícipes do núcleo da célula como detentor das informações sobre toda a arquitetura e funcionamento do corpo, através do DNA e gens.

Tinha aprendido que o envelhecimento estava relacionado com acúmulo de ‘lixo’ metabólico no interior das células. Mas, o trabalho desses cientistas me deu nova lição. Envelhecimento está intimamente ligado aos cromossomos. Eles descobriram que as pontas terminais dos cromossomos (telomeres) têm a capacidade de regular a divisão celular, mas, infelizmente, se compõem de apenas 15.000 moléculas-base de DNA e a cada divisão celular perdem de 25 a 200 dessas bases até perderem todas as 15.000 iniciais. Assim, com o passar do tempo, perdem a capacidade de induzir a divisão celular que, em não acontecendo, geram o envelhecimento.

Já no caso do câncer, a situação se inverte e esses telomeres permanecem hiperativos e produzem incessantemente a divisão celular, sem perder suas estruturas. Daí, o tumor não para de crescer. Coisas da natureza!

Facit: O telomere é o denominador comum entre envelhecimento e câncer. Quando o domarmos, não envelheceremos e nem morreremos de câncer. 

Já o segundo artigo traz uma informação curiosa que se liga ao ‘arco-íris’. Trata-se de um estudo financiado pela Secretaria de Saúde do Estado alemão da Baviera. Na Alemanha, há uma população estimada em 7.000 crianças vivendo com pais do mesmo sexo. Durante dois anos o estudo avaliou a situação de 852 crianças que vivem com (1.059) pais homossexuais.

A expectativa geral induzia que o dito estudo indicaria um enorme volume de transtornos de todo tipo em desfavor dessas crianças em relação a crianças com pais ‘normais’.

E qual foi o resultado? Pamem!

As crianças avaliadas pelo estudo não apresentaram qualquer diferença comportamental ‘negativa’ em relação às crianças que vivem com pais heterossexuais. E se apresentavam qualquer diferença, sempre em favor dessas crianças ditas de família ‘arco-íris’. Essas crianças apresentaram altos índices de tolerância e de auto-estima.

Facit: O preconceito é um péssimo termômetro.

Acelino Pontes

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