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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Eleições: Lucro de 850% e quem paga é você.




Fonte: Internet.


Você já imaginou investir R$ 1.000,00 e receber, só de lucro, R$ 8.500,00? Ficando en­tão, com R$ 9.500,00 de patrimônio líquido, sem mover uma peninha de andorinha. É melhor do que ganhar na Mega Sena. Por isso, todo empreiteiro e banqueiro adoram inves­tir em candidatos no período eleitoral. Lucro certo e sem qualquer tipo de custo, a nível de centenas de bilhões de reais. E esse cál­culo 850% tem sólido fundamento científico, posto que foi fruto de uma pesquisa realizada, em 2011, pelo reno­mado The Kellogg Institute (Instituto Kellogg para estudos inter­nacionais) da Universidade de Notre Dame, no estado de Indiana/Estados Unidos.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Gordo com 45 anos, demente com 75

Fonte: Internet.
Segundo pesquisa realizada no Instituto Karolinska em Estocolmo (1), quem na meia-idade apresenta peso corporal elevado, com o avanço da idade tem muita possibilidade de adquirir demência. Nos gordos esse risco se eleva pelo fator 4.

Calculam os pesquisadores suecos: quem é gordo já aos 45 anos, corre severo risco de aos 75 anos adquirir um estado de demência.

Entretanto, os cientistas nórdicos conseguiram determinar que o risco de incidência do quadro de demência depende do período em que a pessoa esteve com peso corporal acima do normal.

O estudo de Estocolmo incluiu 8.500 gêmeos com idade superior a 65 anos e com uma idade média de 75 anos, Desses, 350 já apresentavam demência; de 114 gêmeos do estudo se tinha suspeita. Os gêmeos com o quadro de demência apresentaram aos 45 anos peso corporal bem acima do normal.

Uma questão importante nessa pesquisa: tanto o elevado peso corporal como fatores sócio-econômicos influenciam o risco de demência.

De tudo isso, se toma que manter um peso corporal próximo ao normal é uma boa e saudável atitude. O problema é manter esse propósito, já que a cada ano depois dos 40 menos se exercita e mais se come.

Em todo caso, o recado está dado. Siga quem [ainda] tiver juízo.

terça-feira, 8 de março de 2011

O filho que rolava de dor no pátio da Catedral


Fonte: Internet.


Ontem, decidi-me a dormir. Há quase um mês não durmo suficientemente por uma profunda crise existencial. Mas ontem, eu decidi que iria dormir deste dormir, como na adolescência, até não mais querer. Assim decidido, assim feito, com ajuda de medicamentos. Acordei por volta das 10h. Coisa inédita, para quem acorda já às 4 da matina, independentemente de quando foi dormir. 

A crise existencial é causada pelo fato de ter sido a vida inteira um guerreiro, que sempre ganhou o seu sustento com suor e com muito esforço. Hoje, sou portador de Hipertensão Pulmonar, não posso mais suar e nem fazer esforço; se tentar há um fim só: desmaio e perda da consciência. Sinto-me como um 'mariquinha', que não suporta o esforço e melindrado é. Eu, o guerreiro de sempre, acostumado às lutas mais viris. Isso me derruba ao extremo. 

Ora, acordei, li alguns jornais pela net, depois li e respondi alguns mails, almocei e, por volta das 14h, fui à Biblioteca Pública em busca de fundamentos para exigir direitos de cidadão, pois tinha realizado anteriormente algumas pesquisas e precisava documentar a pesquisa. Só que, dois funcionários da Biblioteca intentaram a prática de peculato. Exigiram dinheiro (e muito dinheiro, para me repassar a ensejada documentação eletrônica). Fiquei indignado com essa prática; parece que de muito tempo exercitada por um casal funcionário da Biblioteca Pública. Daí, procurei a Diretora da Biblioteca que me prometeu, amanhã, 'tentar' solucionar o problema, já caso de polícia. Tive que me conformar em, se a saúde permitir, retornar amanhã.

Saí, interiormente revoltado, indignado, andei sem destino. Repentinamente me encontrei na rua da Catedral (que fica próxima à BP) e lá estava, em volta de um automotor tipo Toyota muita gente, SAMU. Dentro do automotor uma senhora de uns 45 anos, sem vida, morta. Perguntei a uma paramédica o motivo: - parada cardíaca. Mas, o pátio da Catedral logo me chamou a atenção pelo furor de clamores histéricos. Um jovem de uns 17 anos enlouquecido rolando no chão, aos gritos. O filho, novel órfão, inconformado, teimava em não aceitar o óbvio: a mãe estava viva e morrera, sem um motivo lógico, pelo menos para ele. Era dor imensa e não se tinha com fazer parar a dor ou o rolar enlouquecido no chão.

Dolorosamente - para os familiares da vítima - o pessoal do SAMU se afastava, para que encostasse o carro do Instituto Médico Legal. 

E o que eu estava ali fazendo? Não poderia ajudar. A mulher já estava morta. Toda a tecnologia moderna foi aplicada e não se conseguiu reverter o quadro. Entretanto, a dor e a revolta do filho me tocava. Será? Será que não foi muito mais o fato de eu só ter mais uns 8 a 10 anos de vida, ser um condenado à morte? 

Decididamente, as circunstâncias me tocaram sim. Milhões de pensamentos rolaram. Essa mãe deveria ter sido uma mãe maravilhosa, pelo menos para o filho que rolava no chão do pátio da Catedral em desespero total, aos gritos, extremamente revoltado, possesso e sem qualquer indicativo de aceitar a realidade: a morte da mãe. 

E como talvez a maioria ali pensei: coitada da senhora, tão jovem e morta; por nada. Tinha ido ao centro, talvez fazer compras ou por outro motivo qualquer. De repente, sentiu um mal-estar e morre. 

Nunca gostei de ser plateia do sofrimento alheio. Apressei-me em abandonar o local tão fúnebre. Dirigi-me à Secretaria de Saúde do Município, onde tenho requerimento para, por força de liminar, me conceda um aparelho necessário à aplicação de um medicamento.

Mas, no caminho pensei no que tinha antes formulado no meu matutar: 'coitada da senhora'. Pôxa, será que não é o contrário? Coitado de mim? Eu tenho de lutar contra peculato, tenho de ir à justiça para pleitear meus direitos naturais, tenho que peticionar pelo que naturalmente deveria me ser oferecido de imediato, mas sou impedido por uma funcionária incompetente e despótica, que está pouco se lixando se eu morro ou deixo de morrer? Aquela senhora, certamente já está em bom lugar, sem preocupações.

E o pior é que, lá na Secretaria, constatei justamente isso. Mesmo, de posse de uma liminar da Justiça Federal, que me assegura todo e qualquer tipo de tratamento, independentemente de custo, uma funcionária pública qualquer simplesmente a pode revogar sem consequências. A lei prevê e a Justiça reconhece o direito. Mas, o que adianta isso, pois a administração não cumpre e a impunidade prevalece? 

Me perdoem por este desabafo! Talvez seja uma profunda indignação de um guerreiro ferido de morte.
Acelino Pontes
Fortaleza, 10/01/2008

domingo, 6 de março de 2011

Envelhecer & Arco-Íris


Hoje, recebo o 'Deutsches Ärzteblatt', órgão oficial dos médicos alemães que me chega numa freqüência semanal. Dois títulos me chamaram a atenção: ‘Nobelpreis für Medizin’ (Prêmio Nobel de Medicina) e ‘Studie: Kindern gleichgeschlecht­licher Eltern geht es gut’ (Estudo: Filhos de pais do mesmo sexo vão bem). Vou logo aos finalmentes e me empenho em ler o conteúdo.

Do primeiro, na realidade se trata do envelhecer e do câncer, situações diversas que pensava antes estarem muito distantes uma da outra, já que o câncer vive de células novas e o envelhecer, de células velhas. Ledo engano: as duas estão muito ligadas entre si, possuem um denominador comum. Por isso, que 3 cientistas ganharam o Prêmio Nobel de Medicina 2009. São eles Elisabeth Blackburn (61, Austrália), Carol W. Greider (48, USA) e Jack W. Szostak (57, Inglaterra). Todos especialistas em cromossomos.

Só para lembrar: os cromossomos são corpúsculos (geralmente em forma de ‘X’) partícipes do núcleo da célula como detentor das informações sobre toda a arquitetura e funcionamento do corpo, através do DNA e gens.

Tinha aprendido que o envelhecimento estava relacionado com acúmulo de ‘lixo’ metabólico no interior das células. Mas, o trabalho desses cientistas me deu nova lição. Envelhecimento está intimamente ligado aos cromossomos. Eles descobriram que as pontas terminais dos cromossomos (telomeres) têm a capacidade de regular a divisão celular, mas, infelizmente, se compõem de apenas 15.000 moléculas-base de DNA e a cada divisão celular perdem de 25 a 200 dessas bases até perderem todas as 15.000 iniciais. Assim, com o passar do tempo, perdem a capacidade de induzir a divisão celular que, em não acontecendo, geram o envelhecimento.

Já no caso do câncer, a situação se inverte e esses telomeres permanecem hiperativos e produzem incessantemente a divisão celular, sem perder suas estruturas. Daí, o tumor não para de crescer. Coisas da natureza!

Facit: O telomere é o denominador comum entre envelhecimento e câncer. Quando o domarmos, não envelheceremos e nem morreremos de câncer. 

Já o segundo artigo traz uma informação curiosa que se liga ao ‘arco-íris’. Trata-se de um estudo financiado pela Secretaria de Saúde do Estado alemão da Baviera. Na Alemanha, há uma população estimada em 7.000 crianças vivendo com pais do mesmo sexo. Durante dois anos o estudo avaliou a situação de 852 crianças que vivem com (1.059) pais homossexuais.

A expectativa geral induzia que o dito estudo indicaria um enorme volume de transtornos de todo tipo em desfavor dessas crianças em relação a crianças com pais ‘normais’.

E qual foi o resultado? Pamem!

As crianças avaliadas pelo estudo não apresentaram qualquer diferença comportamental ‘negativa’ em relação às crianças que vivem com pais heterossexuais. E se apresentavam qualquer diferença, sempre em favor dessas crianças ditas de família ‘arco-íris’. Essas crianças apresentaram altos índices de tolerância e de auto-estima.

Facit: O preconceito é um péssimo termômetro.

Acelino Pontes

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