sexta-feira, 27 de maio de 2011

Por vírgula na vida


A Associação Brasileira de Imprensa, para comemorar os seus 100 anos, desenvolveu um interessante ‘comercial’, que nos remete a uma reflexão: assim como nos textos, é válido questionar se sabemos colocar vírgulas ou pausas na nossa vida?

Leia o texto logo abaixo e, em seguida, veja o vídeo ao final:

“Sobre a Vírgula.

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.


E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.

Detalhes Adicionais
Se o homem soubesse o valor que tem a mulher andaria de quatro à sua procura.


Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER. Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.“



Artigo da ABI - Associação Brasileira de Imprensa,
utilizado para a campanha dos 100 anos da entidade.

domingo, 8 de maio de 2011

Quem matou Osama bin Laden?

Fonte: Internet.

Essa pergunta não quer calar. Encontrar resposta seguindo o tal ‘caminho do dinheiro’ como aos tempos do escândalo Watergate envolvendo o ex-presidente Richard Nixon?

Não ponho fé nisso. Nessa questão, o dinheiro é o menos: Osama bin Laden sempre foi rico e não faltava quem, para cutucar secretamente os States, lhe oferecesse apoio financeiro e logístico.

Desta feita, seguir os caminhos da lógica política internacional, talvez nos ofereça melhor clareza na questão tão aventada nos últimos dias.

Iniciemos com o que há de sem lógica nessa estória: não é possível que sistemas de inteligência do porte da CIA e do FBI tenham necessitado de 10 longos anos para descobrir onde andava o Osama bin Laden. Isso é simplesmente um absurdo sem precedentes. Ademais, ele já vivia há quase oito anos no Paquistão, sem ser importunado.

Então, há de se concluir que na CIA, no mínimo, há muitíssimo tempo já se sabia onde estava o chefe da Al Qaeda. Mas, o que fazer com o bin Laden? Como se viu, capturá-lo não era o problema. Vislumbro que não havia interesse em por as mãos no bin Laden.


Prendê-lo e levá-lo aos tribunais nos Estados Unidos seria uma solução? Errado, pelo menos na visão do Governo de Washington. Isso seria uma catástrofe. O processo iria demorar no mínimo um ano e durante esse ano os norte-americanos viveriam um terror sem fim. Todo o mundo árabe estaria com olhos voltados para o que aconteceria nesse tribunal norte-americano. O temor a tentativas de libertá-lo ou a novos ataques seria constante, já que ele estaria em território norte-americano. Uma batata quente e tanto; ponha quente nisso.

Depois, vinha a condenação e a execução da pena. Outro tormento para ninguém por defeito. E os yankees iriam viver em situação constante de pânico como nunca dantes visto. A cada notícia, a cada detalhe sobre a execução, a expectativa de um ato de terror.

Não, não mesmo. Não seria uma boa solução capturar o bin Laden vivo e processá-lo. Isso, restou mais do que claro para Washington.

Então, qual seria a solução? 

Simplesmente, capturar e matar. A vingança estaria consumada e o povo vibraria. Aliás, o povo, em especial, os jovens, já viviam há mais de década sob o pavor ao fantasma da Al Qaeda

Se tomava um ônibus qualquer, se era um trem ou se era o avião tudo lembrava um ataque terrorista. Os cuidados com tudo e com todos era uma constante no cotidiano dos Estados Unidos; o jovem americano só conhece esse estado de constante terror. As questões éticas e legais iriam submergir ao poder livrar-se desse estado de horror e justificaria para o povo qualquer ato do Governo.

O grande problema da questão seria o momento certo para executar a única solução politicamente previsível e exigida pelo sentimento de vingança e de segurança do povo norte-americano, mas também de boa parte do globo terrestre.

A chamada ‘Primavera Árabe’ com a insurreição do povo da região árabe forneceu a Obama o momento certo para agir. Não, que essa ação não trouxesse uma onda de protestos e de risco de ataques terroristas, mas o atual momento traria para os norte-americanos o nível mais baixo de possíveis reações ao saciar-se em vingança pelo 11 de setembro.

E a chegada desse momento matou Osama bin Laden. Mas, não se pode dizer que o mundo agradece, pois vingança nunca foi o melhor remédio.

Acelino Pontes

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Gordo com 45 anos, demente com 75

Fonte: Internet.
Segundo pesquisa realizada no Instituto Karolinska em Estocolmo (1), quem na meia-idade apresenta peso corporal elevado, com o avanço da idade tem muita possibilidade de adquirir demência. Nos gordos esse risco se eleva pelo fator 4.

Calculam os pesquisadores suecos: quem é gordo já aos 45 anos, corre severo risco de aos 75 anos adquirir um estado de demência.

Entretanto, os cientistas nórdicos conseguiram determinar que o risco de incidência do quadro de demência depende do período em que a pessoa esteve com peso corporal acima do normal.

O estudo de Estocolmo incluiu 8.500 gêmeos com idade superior a 65 anos e com uma idade média de 75 anos, Desses, 350 já apresentavam demência; de 114 gêmeos do estudo se tinha suspeita. Os gêmeos com o quadro de demência apresentaram aos 45 anos peso corporal bem acima do normal.

Uma questão importante nessa pesquisa: tanto o elevado peso corporal como fatores sócio-econômicos influenciam o risco de demência.

De tudo isso, se toma que manter um peso corporal próximo ao normal é uma boa e saudável atitude. O problema é manter esse propósito, já que a cada ano depois dos 40 menos se exercita e mais se come.

Em todo caso, o recado está dado. Siga quem [ainda] tiver juízo.

domingo, 24 de abril de 2011

O Homem


Fonte: Intermet.

Muito se fala sobre o Cristo. São bilhões de seguidores e milhões de instituições religiosas que se preocupam com a figura e a palavra de Cristo. Não raro, com uma visão ou revelação diferente colidindo frontalmente com a história contada e vivida nos evangelhos. Pena que ele próprio nada escreveu.

Estranha a impressão que daí resulta: muito pouco desses seguidores logrou captar a real figura de Cristo, muito menos ainda entendeu a sua mensagem. E essa impressão se fortalece quando se lê ou se ouve a letra dessa canção com uma boa dose de espírito crítico:



O Homem

Um certo dia um homem esteve aqui
Tinha o olhar mais belo que já existiu
Tinha no cantar uma oração.
E no falar a mais linda canção que já se ouviu.

Sua voz falava só de amor
Todo gesto seu era de amor
E paz, Ele trazia no coração.

Ele pelos campos caminhou
Subiu as montanhas e falou do amor maior.
Fez a luz brilhar na escuridão
O sol nascer em cada coração que compreendeu

Que além da vida que se tem
Existe uma outra vida além e assim...
O renascer, morrer não é o fim.

Tudo que aqui Ele deixou
Não passou e vai sempre existir
Flores nos lugares que pisou
E o caminho certo pra seguir

Eu sei que Ele um dia vai voltar
E nos mesmos campos procurar o que plantou.
E colher o que de bom nasceu
Chorar pela semente que morreu sem florescer.

Mas ainda há tempo de plantar
Fazer dentro de si a flor do bem crescer
Pra Lhe entregar
Quando Ele aqui chegar

Tudo que aqui Ele deixou
Não passou e vai sempre existir
Flores nos lugares que pisou
E o caminho certo pra seguir

Tudo que aqui Ele deixou
Não passou e vai sempre existir
Flores nos lugares que pisou
E o caminho certo pra seguir

Letra: Emmanuel (psicografado por Chico Xavier)
Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos

Resta a dúvida: Quem consegue melhor compreender a mensagem desse Homem?  Seus seguidores ou os compositores dessa canção? Contudo, certamente se tem a segurança de que, se Ele foi o que a letra pretende revelar e em seus bilhões de seguidores assim praticando e seguindo seus caminhos, tudo isso nos levaria ao bem viver tão almejado por todos nós.

Acelino Pontes

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